
Artigo exclusivo para a edição 363 do JornalCana
“O cenário energético brasileiro de 2026 consolida uma tendência que especialistas vêm defendendo há décadas: a virtuosidade da biomassa não reside apenas na complementaridade às hídricas, mas em ser um pilar estratégico para a segurança do SIN.
Em maio de 2026, o Brasil alcançou 18,2 GW de capacidade instalada em biomassa, distribuídos por 656 unidades geradoras. Esta fonte já representa 8,3% da potência outorgada nacional, ocupando o posto de 5ª fonte mais relevante da matriz.
O protagonismo é dividido entre dois pilares que somam 90,1% desse total: o bagaço de cana
(12,7 GW) e o licor negro do setor de Papel e Celulose (3,7 GW).”


