
O avanço do etanol de milho já deixou de ser tendência para se tornar eixo estratégico da bioenergia brasileira — e usinas de cana, cooperativas e agroindústrias que não acompanharem esse movimento podem perder competitividade.
É com esse alerta que o setor se prepara para o BioMilho Brasil 2026, que acontece em 26 de fevereiro, em Ribeirão Preto (SP). Faltando menos de um mês para o evento, a programação se consolida como um dos principais fóruns de decisão sobre o papel do milho no modelo bioenergético nacional.
Promovido pela Pró Usinas – JornalCana, o encontro foi estruturado para integrar produção agrícola, indústria e mercado. A proposta é discutir como o milho se conecta às usinas, amplia a flexibilidade industrial e abre novas frentes de receita.
Decisões técnicas, econômicas e comerciais no mesmo palco
O BioMilho Brasil 2026 foi desenhado para apoiar decisões reais de investimento e operação. Os painéis abordam desde a matéria-prima até a comercialização de etanol e coprodutos, conectando eficiência industrial, modelagem econômica e acesso a mercados.
Recado direto ao setor
Com o crescimento do etanol de milho e sua integração às usinas de cana, o evento se posiciona como espaço estratégico para quem precisa decidir sobre diversificação industrial, eficiência produtiva e novos mercados. Para cooperativas, grupos sucroenergéticos e agroindústrias, o encontro representa acesso direto a quem está liderando essa transformação.

